Total de visualizações de página

24 de ago. de 2011

Animais mais feios do planeta

Alquimi

















Diabo da Tasmania


















Equidina






















Aiai
















Lêmure















Toupeira












Salamandras mexicanas




Os axolotis ou salamandras mexicanas são animais anfíbios com peculiaridades especiais que chamam a atenção das pessoas, sendo muito requisitados como animais de estimação pois se adaptam muito bem a vida em aquários. Esses anfíbios ao contrário de outros como o Crocodilo, tartaruga ou o jacaré, não são capazes de sobreviver fora da água e para mante-los de forma saudável algumas especificidades da espécie devem ser observadas. Quanto ao tamanho, a salamandra mexicana pode chegar até 30 centímetros de comprimento, o que é bastante para um peixe doméstico, portanto é importante que ela tenha espaço disponível no aquário para que possa se manter ativa. É permitido ter mais de um exemplar da mesma espécie, mas é aconselhável que ambos tenham tamanhos similares, caso contrário um poderá ver o outro como uma presa.

Salamandra Mexicana
A população do aquário não deve ser grande, isso vai depender do tamanho do mesmo, o espaço disponível evita que os peixes briguem e se machuquem nos confrontos. Uma dica é observar a cauda das salamandras, se elas estiverem enroladas eles estão em estado de estresse. Para que se garanta qualidade de vida para o animal a recomendação minima de tamanho de aquário é de 60 litros, eles se alimentam de praticamente qualquer coisa que couber em sua boca, mas existem rações indicadas para a espécie. Eles são lindos, podendo ser coloridos devido as mutações, mas originalmente tem uma cor que se gradua entre o cinza e o castanho apresentando manchas variadas em tons dourados. Mas estas criaturas possuem algumas propriedades que vão muito além de simples e belos animais de estimação, cientistas americanos receberam uma doação de milhões de dólares para investir em pesquisas sobre a espetacular capacidade de regeneração que as salamandras mexicanas possuem.

Fotos Salamandra
Eles não são a única espécie que apresenta esta capacidade, o Lagarto ou camaleão por exemplo é capaz de regenerar a cauda perdida, mas nenhum outro animal descoberto é capaz de se regenerar de forma tão rápida e tão variada, ou seja, são diversas partes do corpo que podem ser recriadas na genética deste animal. Cientistas e pesquisadores estão encantados e muito entusiasmados com as possibilidades existentes nesta pesquisa, imaginem os benefícios que podem advir destas descobertas, assim como as pesquisas que fazem sobre golfinho e …

Animal Salamandra Mexicana
Milhares de pessoas que tem membros amputados podem ser beneficiadas, especialmente ex-combatentes de guerras mutilados, jovens que vivem de forma adversa e tem nestes estudos uma forma de esperança para sua situação. Segundo observações a capacidade regenerativa se dá de forma que mais parece a formação embrionária, ou seja, uma reprodução perfeita do membro que foi amputado na salamandra mexicana. Outro fator positivo nesta pesquisa é o fato de que a pele deste anfíbio é quase que transparente, o que facilita a observação dos agentes de pesquisa em nível interno. Não se sabe quando os resultados da pesquisa devem florescer, mas não há duvidas de que as perspectivas são muito boas. Conheça também a Salamandra de Fogo e veja outras fotos de salamandras.

20 de ago. de 2011

Aiai primata de Madagascar



Daubentonia madagascariensis, natural da ilha de Madagascar, está ameaçado de extinção por que a população da ilha o considera um mau agouro e mata todso os que encontra. Esse espécie de milhões de anos está prestes e desaparecer da Terra. esse animal exótico tem ainda algumas peculiaridades: um de seus dedos é bem mais comprido que os outros e é usado para caçar larvas em buracos de árvores. Só tem um filhote por cria, o que dificulta a procriação.

16 de ago. de 2011

Jacaré ou crocodilo?

Saiba como diferenciar um do outro.


Crocodilo

Imagine que você está andando na beira de um rio quando se depara com o maior réptil do planeta. Aí vem a dúvida: será um jacaré ou um crocodilo?
Bom, se você está no Brasil, ele será obrigatoriamente um jacaré, pois não existe nenhum crocodilo no país. Mas, convenhamos, eles são bem parecidos!
Para começar, eles não pertencem à mesma família. O jacaré é da Alligatoridae e o crocodilo da Crocodilidae. Quanto ao tamanho, eles são bem parecidos podendo medir até 6 metros de comprimento.
O primeiro possui a cabeça mais curta, membranas interdigitais nos polegares das patas traseiras e focinho largo e arredondado. Já a cabeça do segundo, é mais afiliada. Porém, a principal característica aparente que os diferem são os dentes.


Jacaré

Ambos possuem de 30 a 40 dentes. No crocodilo, o quarto dente de cada lado da mandíbula inferior, mesmo se encaixando com a superior, permanece para fora da boca até quando ela está fechada. Isto não ocorre no jacaré, que, diferente do outro, não possui os dentes superiores e inferiores alinhados.
Um fato em comum curioso sobre os dois é quanto seus aparelhos respiratórios e circulatórios. Por não serem tão evoluídos, eles nunca têm oxigênio suficiente para atender à demanda dos tecidos de seu corpo. Assim, suas temperaturas variam de acordo com o ambiente. Com isso, seu sistema nervoso não consegue regular o calor do corpo em certo nível, e então são chamados de animais de "sangue frio".

Fonte: IG

Após 87 anos, sapo arco-íris é reencontrado

Espécie descoberta em 1924 reaparece em seu local de origem.


Sapo arco-íris

Uma das contribuições que os sapos dão à natureza é manter saudáveis os ecossistemas de água doce. Além disso, assim como os outros anfíbios, eles exercem outro papel fundamental tanto para os seres humanos como para o meio ambiente: auxiliam no controle de insetos que espalham doenças.
Recentemente, esta especie de sapo denominada Ansonia latidisca foi reencontrada na Malásia, mais especificamente em Bornéu. Ela estava desaparecida desde 1924.
Os responsáveis pelo achado são da Universidade Malaysia Sarawak e do setor de anfíbios perdidos da organização ambiental Conservação Internacional (CI). Segundo a ONG, os cientistas encontraram 3 exemplares desse sapo em cima de uma árvore. Medindo entre 30 milímetros e 51 milímetros, eles eram um macho, uma fêmea e um jovem.
Conhecido como sapo arco-íris, há 87 anos ele foi descrito por meio de ilustrações. Desde então, sumiu e ninguém mais ficou sabendo deste animal.
Apesar do reencontro, os cientistas da ONG afirmam que a espécie permanece na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês). "Descobertas emocionantes como a deste lindo anfíbio são o combustível para nos manter em busca de espécies perdidas”, afirmou o cientista Indraneil Das, um dos responsáveis pela descoberta.

Fonte: IG

13 de ago. de 2011

Leão + tigre = liger

Considerado o maior felino do mundo, ele pode ser encontrado na Índia.



E quando achamos que já vimos tudo, a natureza novamente vem para nos surpreender. Em um incrível cruzamento entre um leão e uma tigresa nasceu o ligre.
Este feito só é possível com a interferência do ser humano. Por habitar locais distintos um do outro – o tigre vive na Ásia e o leão na África – não tem como eles se cruzarem por vontade própria.
Considerado o maior felino do mundo, ele pode atingir os 4 metros de comprimento e, apenas com três anos, pesar meia tonelada. Fisicamente ele tem o rosto e o físico puxados para o leão e as listras do tigre espalhadas pelo corpo.


Os machos desta espécie são estéreis. Uma vez que se acasalam com outro animal que possuem características parecidas com a sua, seus filhotes até podem nascer, mas estarão com a saúde debilitada.
Este seu enorme tamanho pode ter uma explicação. Os hormônios inibidores do crescimento estão presentes apenas nas leoas e nos tigres, e como o ligre veio de um cruzamento do sexo oposto a esses, ele não herdou este hormônio.


Hoje eles encontram-se no bosque de Gir, na Índia. Há também o resultado do cruzamento entre uma leoa e um tigre, o tigreão, mas este é bem mais raro que o outro
Fonte: Ig

Tigon (Leoa + Tigre)

Lagarta Wooly Bearess ajuda a meteorologia

Segundo a lenda, ela pode prever a intensidade do próximo inverno.


Lagarta Wooly Bearess

Este animal faz parte de uma das mais incríveis mutações que podemos encontrar na natureza. De nome científico Pyrrharctia Isabella, ele é popularmente conhecido como lagarta Wooly Bearess.
De longas e grossas cerdas, ela pode ser encontrada em diversos lugares da América do Norte. Na fase larval, sua cor é preto nas laterais e vermelho acobreado no meio, já adulta (mariposa) é amarelo com pintas pretas.
Durante o outono ela emerge do ovo e vive em forma de lagarta ao longo do inverno. Não apresenta nenhum risco ao ser humano, pois não possui veneno. Mas caso você tenha a pele sensível, ao encostar-se no animal pode adquirir uma leve irritação. Além disso, ele irá se fingir de morto para tentar escapar posteriormente.


Uma curiosidade sobre esta lagarta é a sua capacidade de se automedicar. Normalmente elas se alimentam de plantas e podem consumir uma substância capaz de combater a mosca parasita que ficam em seu abdômen. Este é o primeiro caso de automedicação registrado entre os insetos.
Uma lenda existente nos Estados Unidos e no Canadá afirma que através das cores presentes nas cerdas da lagarta Wooly Bearess é possível saber se o próximo inverno será rigoroso ou não. Segundo eles, se a listra vermelha acobreada do centro do animal estiver mais grossa, o inverno será mais leve, agora, caso ela esteja mais fina, retirem os casacos do armário porque aí vem o frio.
Anualmente, na estação do outono, há um festival em Ohio chamado Woollybear. Este evento que teve início em 1973 promove um concurso de fantasias em que as crianças se vestem de várias maneiras com as cores desta lagarta.

Fonte: IG

Animais híbridos

Entenda o que isso quer dizer.



                                                          Zebra+ cavalo

Zebrano


Você sabe o que significa quando um animal é híbrido? Quais as suas características e diferenças para os outros?
Pois bem, o termo “híbrido” vem de hibridação. Este processo ocorre quando dois animais de espécies diferentes se reproduzem.
Conhecidos também por mestiços, as crias desta união serão, em sua grande maioria, estéreis. Isto acontece porque as espécies diferentes que se relacionam entre si possuem um número de cromossomos distintos. Assim, ao gerar o filhote, eles obterão células com um número híbrido de cromossomos que terão dificuldades em formar pareamento.



Urso pinzento

Normalmente, este feito acontece em laboratório, mas algumas pesquisas já constataram que ele também pode ocorrer na natureza. Um exemplo disso é o dos ursos polares e cinzentos que resultaram no urso pinzento.
O que talvez explique este tipo de acasalamento da forma natural é a variabilidade genética de alguns animais. Através de alguma cor chamativa ou pequenas diferenças em suas características, eles acabam atraindo olhares de diversas outras espécies.
Muitos cientistas acreditam que a hibridação será um processo evolutivo que acontecerá em larga escala. Alguns fatores como a destruição de habitats e criação de outros, a extinção de espécies e a poluição podem contribuir para que isso ocorra mais rápido.
Assim, os animais terão que se adaptarem a essas condições colocando em risco a diversidade das espécies e o equilíbrio biológico. E mais uma vez a atitude do homem sobre a natureza pode ser decisiva.
Fonte: Ig

Jacu-cigano: o pássaro que não voa

No Brasil, ele pode ser encontrado nas regiões da Amazônia.

Foto: Linda De Volder
Jacu-cigano
Já imaginou um pássaro que não voa? Pois é, o Jacu-cigano quase possui esta característica (ou falta dela) por inteira.
Nativo de todos os lugares da América do Sul, no Brasil ele pode ser encontrado nas zonas pantanosas e alagadas das bacias hidrográficas da Amazônia. Seu nome científico é Opisthocomus hoazin, mas é popularmente conhecido como cigana.
A sua falta de habilidade para voar pode ser explicada pelo tamanho relativamente grande de seu papo que perturba a distribuição muscular dos músculos responsáveis pelo voo. Sua estatura é pequena e varia de 60 a 66 centímetros de comprimento.
Sua plumagem é castanho-clara, com a cauda em bronze esverdeado, o rosto azul e os olhos e a crista em vermelhos. Alimentam-se de frutos, flores e plantas leguminosas. Os mais novos consomem as secreções esofágicas e materiais regurgitados pela mãe.

Foto: Kate

Jacu-cigano
A época de reprodução coincide com a das chuvas do seu habitat. Quando chega a hora, o casal constrói um ninho nos ramos das árvores que ficam nas margens do rios, lagos ou pântanos. Seguros dos predadores, os ovos, que variam de 2 a 3, permanecem incubados durante 32 dias.
Quando juvenis, eles possuem um par de garras funcionais na ponta das asas que serve como uma fuga em caso de ameaça. Esta, que se perde durante o crescimento, os ajudam a trepar nas árvores e fugir do perigo. Depois de atingirem a independência, as jovens ciganas podem permanecer em seu habitat de origem para ajudar nas futuras crias.
Estes animais preferem circular empoleirados nos ramos das árvores e ou nadando sobre as águas. Ainda não estão sob risco de extinção, mas a caça excessiva e a degradação de seus habitats podem vir a ser um sério problema no futuro.

Fonte: Ig

Lagartos deste gênero são capazes de se clonar naturalmente.

Cnemidophorus: nenhum macho nesta espécie




“Uma mulher sem um homem é como um peixe sem bicicleta” – a famosa frase, lema das feministas, é atribuída à pensadora americana Gloria Steinem. O que ela não sabia é que algumas espécies de lagarto precisam ainda menos que isso.
Pelo menos 15 espécies do gênero Cnemidophorus, que geralmente habitam desertos de diversos continentes, são compostas unicamente de fêmeas.
Nestas espécies, as fêmeas são capazes de reproduzir integralmente seu material genético em ovos. Portanto, a geração seguinte é um clone biológico da primeira. É curioso que, mesmo nestas espécies somente femininas, o ritual de acasalamento continua. Isso acontece por causa dos ciclos de estrogerona que estes lagartos apresentam: logo após pôr seus ovos, a estrogerona do lagarto baixa, fazendo com que ela se comporte como um macho. Assim, uma das fêmeas monta na outra para estimulá-la a reproduzir-se sem fecundá-la propriamente.
Embora esta reprodução assexuda tenha centenas de desvantagens como não variar o material genético e, portanto, deixar a espécie mais vulnerável à doenças e mudanças no ambiente, também torna a colonização de um ambiente novo mais rápida, pois só necessita de uma única fêmea.
Reprodução assexuada ou partogênese não é completamente incomum entre os seres vivos. É assim que quase todos os seres unicelulares se reproduzem. Também acontece muito em plantas, moscas e diversas espécies de insetos. Mas ela é extremamente rara em vertebrados, e não há casos registrados em mamíferos.
Fonte: Ig

16 de jun. de 2011

Flerte no reino animal - http://www.canalazultv.com.br/

Algumas técnicas que dão certo há milênios


O Homem não é o único animal que corteja. Nem é, aliás, o que tem a corte mais elaborada. É dio dos namorado, e talvez fosse a hora de pegarmos algumas dicas com os nossos colegas de condomínio.


Pavoneie-se como um pavão.
Os pavões têm a corte mais deslumbrante do reino animal. Sua cauda tem mais de 200 penas em verde e azul e expõe toda a sua pompa para as fêmeas que passam. Não é o tamanho, mas principalmente a quantidade de “olhos” da cauda é o que impressiona a fêmea.


Dance como um uirapuru.
Os uirapurus-de-cabeça-vermelha, que vivem na América do Sul, têm uma forma curiosa de cortejo: elas pulam de um galho para o outro e, de repente, dançam deslizando para trás, de forma a lembrar muito o moonwalk de Michael Jackson.




Cante como um coala.
Um dos animais mais adoráveis e preguiçosos do mundo canta para atrair sua parceira. Na verdade, não é mais do que um conjunto de grunhidos roucos – mas a fêmea de coala, com certeza, acha uma graça.




Cozinhe como um pardal.
Parte da sedução do pardal é trazer comida para a sua escolhida. Geralmente o prato preferido são insetos. Assim, ele prova que é capaz de alimentá-la enquanto ela cuida dos ovos. Eles sabem muito bem que o melhor jeito de conquistar alguém é pelo estômago!





Persista como um guepardo.
Uma equipe da BBC filmou um macho de guepardo perseguindo uma fêmea de longe. Ela subiu no carro da reportagem e esperou que ele fosse embora. Ele esperou por mais de 7 horas até que ela finalmente descesse. Para alguns sortudos é o amor à primeira vista. Para os demais, a palavra é insistência!

28 de mai. de 2011

Mitos ou verdades sobre os animais

Os crocodilos realmente choram enquanto devoram suas vítimas. Isso acontece porque estes répteis não conseguem mastigar e engolem pedaços inteiros da sua refeição por vez, o que pressiona seu céu da boca e comprime suas glândulas lacrimais. Assim, a expressão “lágrimas de crocodilo” para se referir à uma pena fingida é, em parte, verdadeira.

Os elefantes não esquecem mesmo. Há indícios de que se lembram da indivíduos e locais que passaram muitos anos sem ver.

Os gatos sempre caem sobre quatro patas. Este mecanismo entra em ação automaticamente diante da queda e dura frações de segundos: o felino torce o corpo, estica as quatro patas em direção ao chão e arqueia as costas para reduzir o impacto.

Tubarões são capazes de detectar cheiro de sangue há grandes distâncias, na proporção de uma parte de sangue para cada mil de água.

O padrão de listras das zebras jamais se repete. É como as nossas digitais: inteiramente individual. Esta adaptação serve tanto para camuflagem quanto para que as zebras se identifiquem entre si.

Os coelhos são realmente muito férteis: uma única fêmea pode ter até 70 filhotes em um ano.

Os tradicionais esquilos esquecidos de desenho animado tem um fundo de verdade: estes animais vivem esquecendo onde enterraram suas nozes e avelãs e acabam, acidentalmente, plantando milhões de árvores ao redor do mundo.
Fonte:Reportagem IG

Foto: Haroldo Palo Jr
 

Fêmea de Besouro d’água gigante deposita seus ovos nas costas do parceiro

Macho de Besouro dágua gigante carregando os ovos
Pertencente à família Belostomatidae, o Besouro d’água gigante é um curioso inseto aquático que vale a pena conhecer. Parecido com um barbeiro, seu tamanho pode chegar aos 10,5 centímetros de comprimento – o que para a sua espécie é considerado grande.

De corpo largo e achatado, sua coloração comum é do marrom para o castanho, com as asas acinzentadas, levemente camufladas. As patas dianteiras possuem uma garra em forma de gancho que são adaptadas para apanhar as suas presas. Já as posteriores são achatadas, parecidas com um remo, próprias para o nado - embora não seja muito bom nisso.

Ao capturar as suas vítimas – caramujos, lesmas, girinos, salamandras, pequenos peixes e outros insetos – ele injeta, através de seu bico em forma de agulha, uma poderosa saliva que dissolve o interior da sua presa, permitindo a sucção do fluido tecidual desta.

Porém, não é só em animais que este besouro pode causar certo dano. Por habitar locais comuns do ser humano – lagos e córregos – as chances deles se sentirem ameaçados são grandes, e quando isso acontece, não pensam duas vezes em picar quem lhe incomoda. Mas não é qualquer picadinha, esta é considerada uma das mais dolorosas entre muitas outras.

Se retirados da água, eles costumam fingir-se de mortos e expelem um fluido pelo seu ânus. Caso não sejam devolvidos rapidamente, sofrem uma morte instantânea.

Talvez, o mais curioso sobre esse inseto seja referente à maneira como se procriam. Atraídas pelos movimentos periódicos que os machos fazem próximo a superfície d’água, as fêmeas saem de seu habitat no período da noite dispostas a acasalarem.

Normalmente, a cópula ocorre durante a primavera e os ovos são postos em plantas aquáticas ou em matéria vegetal em decomposição. Mas nessa espécie, as fêmeas depositam os ovos sobre as costas dos machos, junto com um líquido de grande poder adesivo, obrigando-os a carregar os ovos até a eclosão. Acredita-se que isso ocorra porque os machos costumam consumir os ovos e, em suas costas, o acesso torna-se praticamente impossível.

Em alguns países os Besouros d’água gigantes são considerados um tipo de iguaria para a culinária. Tailândia e Vietnã são exemplos disso. Nesses lugares é comum encontrar esse prato sendo servido em restaurantes ou em feiras livres.
Reportagem IG

Borboletas em extinção


Quando falamos de animais ameaçados, o que vem imediatamente à cabeça são os pandas, os micos-leões-dourados, macacos-prego, onças-pintadas. Mas e outros animais – insetos, por exemplo? Existem borboletas em extinção?
Existem, sim, e muitas: mais de 50 espécies estão na lista vermelha da IUCN (International Union for Conservation of Animals, União Internacional para Conservação dos Animais, em inglês), e uma já foi considerada oficialmente extinta. A Grande Branca da Madeira costumava habitar florestas úmidas de grandes altitudes da ilha da Madeira até 2007.
A borboleta é um importante agente polinizador, como as abelhas. O desaparecimento da espécie afetaria diretamente a população de plantas que, vale a pena lembrar, são a base da cadeia alimentar.
As principais ameaças às borboletas não são mais os caçadores/colecionadores, já que colecionar borboletas, assim como colecionar selos, já saiu de moda há muito tempo. Os maiores problemas são as extensões agrícolas e os incêndios, que destroem não apenas seu habitat como quase todos os ingredientes da sua dieta.
As borboletas contém inúmeras referências culturais. São símbolos da transformação e vida nova. Em alguns lugares, são sinais de boa sorte. No Japão, representam a alma. A palavra grega para borboleta, psiqué, é a mesma utilizada para mente e alma. O antigo filósofo taoísta Zhangzhi teve um sonho em que era uma borboleta. Quando acordou, pensou “Eu era um homem que sonhou ser borboleta, ou uma borboleta que sonha ser homem?”
Recentemente, o museu de História Natural londrino promoveu uma exposição, “Sensational Butterflies”, que exibia mais de 600 espécies com o objetivo de estimular o plantio de flores que atraíssem estes animais. Uma bela iniciativa que deveria se espalhar por todo o mundo.
Fonte: Reportagem IG

6 de abr. de 2011

Animal colorido sinal de perigo

Um menino estava absorto quando de repente passou pulando a sua frente uma rã bem colorida.
Ele sai correndo atrás dela para capturá-la quando foi alertado por um senhor que por ali passava:
- Muito cuidado com animais coloridos. Rãs, água-vivas, cobras. Podem ser muito perigosos
Não se deve colocar a mão em animais desconhecidos como certos caramujos, raias, etc.
O menino ouvia com atenção.
- A cor é um sinal de alerta. Mesmo os pássaros. Os que têm o peito vermelho são de briga.
O menino ficou constrangido a seguir a rã colorida e quis argumentar:
- O pavão macho tem o rabo colorido e não é perigoso.
- Nisto você tem razão. Alguns machos entre aves e peixes são realmente coloridos em detrimento de suas fêmeas que são escuras. A natureza os fez assim para serem atraentes para conquistarem os seus pares.
- Há já ouvi falar da dança do acasalamento. Mas o que devo estudar para conhecer a vida dos animais?
- Você deve ser biólogo como eu. Mas se interessar por tratar animais deve estudar para ser veterinário. E para estudar o passado deve ser arqueólogo.
-- Obrigado professor.
O menino ficou muito curioso e interessado e procurou na internet sobre este tema e aprendeu nunca colocar a mão em nenhum animal desconhecido mesmo que pareça inofensivo.
Iride Eid Rossini
Direitos autorais reservados

4 de abr. de 2011

Primordios da inteligência

Meu grande amigo

Sansão era um pastor dócil. Filho de campeões com pedigri. Não podia concorrer por ser muito peludo. Gostava de brincar com uma garrafa na boca que trazia perto de mim e quando eu fingia que ia pega-la ele fugia. Nunca fez mal a ninguem, nem aos passarinhos que caíam no quintal.Viveu muito. Foi tratado com muito amor. Um dia ja velho ele caiu desmaiado morto. Eu chorei ao ver aquela cena e agradeci a ele por ter sido meu grande amigo e companheiro. De repente ele levantou e foi beber agua. Ele durou mais um mês, mas foi um mes sofrido para ele. Afinal me conformei e ele se foi. Teve um enterro digno de um amigo através de funerária de animais. Obrigada amigo.
Iride Eid Rossini